domingo, 20 de março de 2011
Eu te amaria mesmo se o sol não raiasse amanhã, mesmo que o céu surgisse preto e sem estrelas. Mesmo que a lua não brilhasse, eu ainda estaria aqui. E se o tudo virar nada, e o para sempre virar ilusão, eu ainda vou te desejar. Inconscientemente, ainda vou te imaginar aqui. Entrar em uma onda de pensamentos que, no final, sempre resultam em você. Não é exatamente uma escolha, é mais uma daquelas coisas que a gente não decide, mas que não consegue se livrar. Como aquela velha boneca, que você pensa não significar mais nada, até que sua mãe chega perto e diz ‘por que você não joga isso fora?’. Por que eu simplesmente não consigo jogar fora aquilo que um dia significou o mundo para mim. E se já significou o mundo, hoje significa o universo. E quando eu não souber de mais nada, quando todas as minhas verdades se dissiparem, de uma coisa eu ainda terei certeza: eu te amo.
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